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Comissão de Finanças analisa balancete municipal de 2019

28/02/2020 – A fiscalização faz parte do calendário de atividades do Legislativo e é aberta ao público

A comissão permanente de Finanças, Orçamento e Contabilidade da Câmara de Birigui analisou na noite de ontem, 27, o resultado das finanças municipais de 2019, quando foi apresentado o balancete do último quadrimestre daquele ano.

A audiência pública foi aberta à população e contou com a presença dos integrantes da comissão Eduardo Dentista (PT), que preside o grupo, Batista (PDT) e Zé Luis Buchalla (Patriota). O vereador Dafé (PV) também participou do evento.

A apresentação dos dados da administração foi feita pelo secretário municipal Fábio Vieira Pinto, que esteve acompanhado de sua equipe técnica formada pelo diretor de Orçamento, Antônio Donizete Caetano Alves, e pela contadora Elaine Aparecida Falcon.

O balancete aponta arrecadação de R$ 379.380.315,77. Em comparativo com o ano de 2018, houve acréscimo de R$ 56 milhões. 

Os recursos vindos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) lideram a tabela de valores arrecadados, com mais de R$ 55 milhões, seguido da cota-parte do ICMS, correspondente a R$ 54 milhões.

Já sobre o montante inédito arrecadado em 2019 estão os resultados de contratações de operação de crédito junto à Caixa Econômica Federal por meio do Finisa (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento) e o recebido pela venda da folha de pagamento dos servidores da Prefeitura ao banco Santander.


Confira abaixo tabela com as principais receitas e comparativo com 2018:

28-02-2020 tabela1.bmp


Quanto às despesas, foram empenhados R$ 362.520.923,31. Os maiores valores são referentes à Educação, com mais de R$ 108 milhões, seguido da pasta da Saúde, cujo valor ultrapassa R$ 103 milhões.

Conheça na tabela abaixo os valores de cada função:

28-02-2020 tabela2.bmp


Quanto às aplicações obrigatórias determinadas pela legislação federal, o Executivo informa que em Saúde, cujo mínimo aplicado deve ser de 15% das receitas, foram investidos 34,41%, correspondente a R$ 76 milhões. Em Ensino o investimento obrigatório de 25% também foi superado, sendo atingido 26,46%, que totaliza R$ 58 milhões.

 

 

Amanda Reis
Assessoria de Imprensa/CMB

 
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