Vadão da Farmácia visita área queimada em canavial localizado no bairro Planalto
Vadão da Farmácia elaborou um projeto de lei que visa proibir as queimadas da cana de açúcar em Birigui; Propositura está tramitando na Câmara Municipal; Vereador visita queimadas no bairro Planalto e no Clube de Campo do Pérola Clube.
O vereador Valdemir Frederico, o Vadão da Farmácia, visitou na manhã desta terça-feira (10 de agosto) o canavial localizado no bairro Planalto, em Birigüi, que foi incendiado pela terceira vez este ano.
O fogo deixou os moradores da Rua Shiguero Sakai preocupados, já que muita fumaça foi provocada. Funcionários de uma usina, com um caminhão-pipa, atuaram no combate às chamas.
“Isso é um absurdo. A queimada só traz prejuízos ao meio ambiente e ainda suja toda a cidade. Visitei o local e vou procurar os órgãos competentes para buscar alternativas de melhorias”, disse o vereador Vadão da Farmácia, que protocolizou na Câmara um projeto de lei que visa proibir a queimada de cana em Birigui.

Vadão destacou a Lei Municipal 4.925/2007, que prevê a eliminação total da queimada da cana em Birigui a partir de 2012. O projeto é de autoria do vereador Pedro Barbosa de Souza, o Ois Menino. Já o projeto de lei do vereador Vadão, que leva o número 102/2010 e dispõe sobre a proibição de queimadas nos canaviais localizados em Birigui, pede a revogação da Lei 4.925 e sugere o fim da queimada ainda esse ano, a partir da publicação da Lei.
“O uso do fogo na agricultura é condenado há mais de um século pelos manuais de conservação do solo. Apesar de negativo, a prática nunca deixou de ser praticada. São enormes os prejuízos ao meio ambiente, a fauna, a flora e ao próprio ser humano, que sofre com problemas de respiração”, falou Vadão.
Segundo o vereador, as queimadas existem apenas para reduzir os custos do setor sucro-alcooleiro com a colheita da cana de açúcar. “Os cortadores de cana já atuam sem queimar o canavial, basta oferecer equipamentos adequados. As condições de trabalhado na cana queimada são piores do que na cana crua. Além da alta temperatura, a fuligem penetra na pele e chega na corrente sangüínea do cortador. É uma exploração que deve terminar. O fim das queimadas só traz benefícios”, completou Vadão da Farmácia. (TL)

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CÂMARA DE BIRIGÜI











