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Vigias da Prefeitura pedem valorização e melhor remuneração

21/09/2018 – Uma comissão de representantes da categoria se reuniu com o presidente da Câmara

Uma comissão formada há cerca de seis anos em busca de melhores condições de trabalho para os vigias da administração municipal reuniu-se na manhã de hoje, 21, com o presidente do Legislativo, Vadão da Farmácia (PTB), para pedir o apoio dos parlamentares. Entre as reclamações, as principais são o baixo valor dos vencimentos e o não recebimento de adicional de periculosidade.

Seis representantes da categoria fizeram a visita, também acompanhada pelo chefe de gabinete da Câmara, Rodrigo Martins. Conforme informado na reunião, a Prefeitura conta com 98 vigias distribuídos em diversos setores da administração, totalizando 56 prédios sob a vigilância desses servidores.

Ainda de acordo com o que foi noticiado ao presidente da Casa, o vencimento inicial desses trabalhadores é fixado no município em R$ 739,16, sendo necessário que a Prefeitura complemente esse valor para alcançar o salário mínimo atual no país, de R$ 954,00. O piso salarial da categoria no Estado de São Paulo é de R$ 1.486,90, com adicional de periculosidade de R$ 446,07, totalizando R$ 1.932,97.

O adicional de 30% sobre o vencimento, referente à periculosidade, também não é pago no município, sendo essa uma das principais reivindicações.

"Hoje em Birigui um vigia com dez anos de carreira ganha R$ 808,00. Chega a ser vergonhoso", comentou um dos participantes da reunião.
 

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Segundo Antônio Ribeiro, integrante da comissão, muitos diálogos já foram promovidos com representantes do Executivo nos últimos anos, mas não foram levantadas soluções. “O jurídico da Prefeitura responde ao prefeito [Cristiano Salmeirão] que as mudanças só podem ser feitas por lei, mas nada é proposto nesse sentido para nos atender”, considerou Ribeiro.

Após tomar conhecimento dessas necessidades, o presidente do Legislativo se propôs a elaborar um requerimento à administração municipal pedindo explicações sobre os direitos dos vigilantes ao adicional de periculosidade e valores pagos à categoria.

“Com a resposta oficial da Prefeitura, vamos pedir uma reunião com o prefeito e estudarmos as possibilidades de atender essas demandas", declarou o presidente.

 

 

Amanda Reis
Assessoria de Imprensa/CMB

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