Comissão Processante aguarda manifestação de vereador afastado
O grupo é formado por três parlamentares e apura denúncia de supostas irregularidades em contrato na Câmara
Os vereadores Professor Gilmar (PSDB), Paquinha (PSD) e Josená Vitorino da Silva (PDT) reuniram-se na última semana para tomar as providências iniciais relacionadas ao que determina a Lei Orgânica do Município.
Eles formam a Comissão Processante, constituída após votação na sessão ordinária do dia 17 de setembro, que deve investigar denúncia protocolada contra o vereador Paulo Roberto Bearari (PT), que exercia a função de prefeito interino, sobre possíveis irregularidades em contratos no período em que presidiu o Legislativo.
Na mesma sessão em que foi aberta a CP, a maioria dos parlamentares também votou favorável ao afastamento de Bearari, que deve estender-se por 90 dias, período estipulado para a conclusão dos trabalhos da comissão.
“Notificamos o vereador no dia 25 de setembro e, a partir do dia 26, começou a ser contado o prazo de dez dias que ele tem para se manifestar”, explicou o presidente da CP, Professor Gilmar. “Temos que aguardar a resposta para depois elaborarmos nosso parecer”, acrescentou. O prazo para que Bearari apresente essa defesa prévia termina na próxima segunda-feira, 07 de outubro.
Com a chegada ou não da manifestação de Bearari sobre as acusações, a CP elaborará parecer em que pode sugerir o arquivamento, caso em que o plenário deverá ser consultado, ou o prosseguimento dos trabalhos, opção que independe de votação entre os parlamentares.
Votação
Na sessão em que foram eleitos os integrantes da CP, foram inicialmente nomeados os parlamentares José Fermino Grosso (DEM), Osterlaine Henriques Alves (PMDB) e Professor Gilmar. Os dois primeiros deixaram o grupo alegando, respectivamente, motivos pessoais e motivos de saúde. Eles foram substituídos por vereadores do mesmo bloco parlamentar pelo qual foi definida a eleição da comissão.
Assessoria de Imprensa
Amanda Reis – MTB: 49.193











