Vadão da Farmácia participa do programa Quarto Poder, da rádio Tropical FM
Vadão foi convidado para falar sobre dois projetos: o 97/2010, que dispõe sobre o atendimento nas unidades básicas de saúde, hospitais e ambulatórios da rede municipal de saúde, e o projeto 102/2010, que dispõe sobre a proibição de queimadas em Birigui.
O vereador Valdemir Frederico, o Vadão da Farmácia, participou nesta terça-feira, dia 17 de agosto, do programa Quarto Poder, da rádio Tropical FM, de Birigui.
Vadão foi convidado pelo locutor Valmir Bertolino para falar sobre dois projetos: o 97/2010, que dispõe sobre o atendimento nas unidades básicas de saúde, hospitais e ambulatórios da rede municipal de saúde, e o projeto 102/2010, que dispõe sobre a proibição de queimadas nos canaviais localizados em Birigui.
Segundo Vadão, o principal objetivo do projeto relacionado ao setor da saúde é agilizar o atendimento, diminuindo o tempo de espera das pessoas nas filas em UBSs e demais ambulatórios. “O atendimento ao usuário, ou seja, ao morador, deve ser em tempo razoável. Atualmente as filas são enormes e as pessoas passam horas esperando pelo atendimento médico em Birigüi”, disse Vadão.
De acordo com o projeto, em dias normais as unidades básicas, hospitais e ambulatórios da rede municipal deverão atender a pessoa em até 30 minutos. Em véspera de feriados prolongados e nos dias imediatamente seguintes o tempo de espera não deve ultrapassar 45 minutos.
“O prazo será computado a partir do momento que o usuário entra no estabelecimento de saúde até o início do efetivo atendimento. E isso será possível com a entrega de uma senha, que o usuário recebe no momento de entrada”, falou.
A propositura estava na Ordem do Dia da sessão de 17 de agosto, porém foi adiada e retorna ao plenário da Câmara em setembro.

Já o projeto de lei relacionado às queimadas, pede a revogação da Lei 4.925 (que prevê a eliminação total da queimada da cana em Birigui a partir de 2012) e sugere o fim da queimada ainda esse ano, a partir da publicação da Lei.
“O uso do fogo na agricultura é condenado há mais de um século pelos manuais de conservação do solo. Apesar de negativo, a prática nunca deixou de ser praticada. São enormes os prejuízos ao meio ambiente, a fauna, a flora e ao próprio ser humano, que sofre com problemas de respiração. A venda de remédios para esse tipo de problema aumentou. Temos que fazer algo”, destacou o vereador.
O projeto deverá ser discutido e votado em uma das sessões ordinárias do mês de setembro. (TL)

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CÂMARA DE BIRIGUI











